Durante 50 minutos o personagem fala-nos da sua náusea e da sua vontade de “comer o universo para o despejar na pia”, dos versos que escreve “a dizer que não tem nada que dizer”, afirma-se “doido, com todo o direito a sê-lo”, confessa que tem sido “ridículo, absurdo”, e “vil, literalmente vil”…

Foi levada à cena pela primeira vez na Biblioteca Municipal do Porto e, posteriormente, em diversos espaços culturais da cidade e não só. Já foi também apresentada em algumas escolas, (Esc.Sec. da Srª da Hora, Esc.Sec. do Olival, Esc.Sec. Gonçalves Zarco, Escola Artística Soares dos Reis...) tendo sido muito bem recebida pelos alunos...